CGN - Unificação Alemã 1871

Daniel Farati


Pedro Fernandes


Beatriz Reis


Luiz Felipe Nogueira


Ana Clara Gásparo




Em 1870, o continente europeu presenciou uma guerra entre uma nova potência e um antigo Estado Nacional. A Guerra Franco-Prussiana apresentou um conflito moderno e foi responsável por várias mudanças no contexto geopolitico do velho continente. Para entender o poder e motivações dos Prussianos, é necessário, porém, compreender a história dessa nação e dos Estados germânicos no século que se aproxima do fim. Ao longo do Século XIX, nações que no passado faziam parte do Sacro Império Romano-Germânico, gradualmente se unificaram por vias bélicas e diplomáticas, formando potências regionais. Esse cenário, com tímidas mudanças, foi conservado até 1848, quando os maiores Estados da região, Prússia e Áustria começaram a ter significativo atrito em suas relações, mas o relativo isolamento entre os Estados soberanos da região, todavia, permanecia como um entrave para as ambições a nível mundial. Já em 1870, em conflito com forças externas, vide a República Francesa, o chanceler prussiano Otto von Bismarck toma a oportunidade de, sob um sentimento pangermânico, unificar os Estados centrais da Europa e formar uma nação herdeira do Sacro Império Romano-Germânico, capaz de se tornar uma grande potência no cenário internacional. Isso só será possível com o apoio de outros líderes locais e árduas negociações dentro da Confederação Germânica, tendo em vista que os austríacos e seus aliados ao sul serão oposição constante às aspirações prussianas.

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