CENU - Crise Venezuelana

Joshua Leolino


Viktor Zschaber


Joao Vitor Vasconcelos




Em Julho de 2023 Nicolas Maduro e o alto escalão militar da Venezuela ocupam a porção oeste da Guiana - território historicamente reivindicado. Isso se deu após a confirmação da inteligência Venezuelana de que no local haveria a ação de grupos paramilitares em apoio à Juan Guaidó ameaçando a integridade física e intelectual de venezuelanos que moram naquele território. O exército guianês optou por não responder, pois além de ocasionar em um verdadeiro conflito armado, as forças militares da Guiana consideraram que não teriam condições estratégicas para sustentar tal conflito, e a derrota foi dada como certa. A Venezuela acusa Donald Trump e Jair Bolsonaro de financiar grupos terroristas, colocando em cheque a paz e a estabilidade já debilitadas na América do Sul. É então que se inicia a crise Venezuelana de 2023. Paralelamente, a ONU também sofre com o descrédito e uma terrível cisão: A delegação Chinesa decide por se retirar do Conselho de Segurança, acompanhada de seus aliados mais próximos, causando a pior crise institucional na história das Nações Unidas. A questão Venezuelana, porém, toma proporções cada vez piores a cada dia, e algo por parte da comunidade internacional deve ser feita. Por essa razão, numa última tentativa de mostrar alguma credibilidade e poder diplomático, a ONU sugere a criação de um gabinete emergencial, o Conselho Emergencial das Nações Unidas, previsto para ter início em 17 de Julho de 2023. O futuro da Venezuela, da América do Sul e da própria ONU estarão nas mãos dos delegados presentes na CENU e nas consequências diplomáticas – e talvez militares- de suas decisões...

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